domingo, 10 de agosto de 2008

Cineasta é responsável por cerimônia de abertura da Olimpíada




Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u431108.shtml
O cineasta chinês Zhang Yimou, 56, foi escolhido pelos organizadores da Olimpíada de Pequim como o diretor da cerimônia de abertura do evento, que acontece neste momento no estádio Ninho de Pássaro.
Zhang Yimou é conhecido como o responsável por diversas pérolas do cinema na China nos últimos anos. Entre seus principais filmes estão "O Clã das Adagas Voadoras" (2004), "Herói" (2002), " A Maldição da Flor Dourada" (2006) e "Nenhum a Menos" (1999).
A cerimônia, que inicia oficialmente o maior evento esportivo do mundo, conta com apresentações de artes marciais, performances musicais, projeções em vídeo, coreografias, além de efeitos especiais, luzes e elementos de alta tecnologia.
"Eu estou muito honrado em ser nomeado o diretor das cerimônias, é uma tarefa enorme... mas eu prometo que irei cumpri-la com sucesso", afirmou Yimou quando foi escolhido pelo comitê que organiza o evento.
"Por meio das artes visuais, da arte das performances, da arte da música, da arte da dança, da arte da celebração da vida, todos nós estamos dedicados a fazer estas cerimônias de abertura e encerramento as mais emocionantes que alguém já viu", disse o cineasta norte-americano Steven Spielberg, que foi selecionado pelos organizadores chineses como consultor especial, antes da abertura.
Liu Qi, presidente executivo do comitê de organização, comentou a importância do evento de abertura para o futuro de seu país em entrevista ao jornal "China Daily".
"O nível da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim terá um papel decisivo na hora de mostrar que podemos fazer um evento de alto nível como a Olimpíada. Para 1,3 bilhão de chineses que esperam pelo evento, eles ocuparão um lugar de importância na qualidade e no nível da cerimônia", disse Liu.
A primeira parte da cerimônia de abertura, considerada a mais artística do evento, terminou às 10h (horário de Brasília) com uma apresentação da cantora Sarah Brightman.
Biografia
Filho de um oficial do Kuomintang, que lutou contra o Exército Vermelho durante a guerra civil chinesa, Zhang foi obrigado a interromper seus estudos aos 16, durante a Revolução Cultural, quando foi enviado ao campo para ser "reeducado". Durante esse processo, trabalhou três anos em uma fazenda e sete anos em uma tecelagem.
Após descobrir a fotografia, Zhang consegue se inscrever na Escola de Cinema de Pequim, aos 27 anos e, em 1984, experimenta seu primeiro sucesso com Chen Kaige em "Terra Amarela", que conta a difícil vida dos camponeses no norte da China.
Considerado um dos principais expoentes da 5ª geração de cineastas do Pós-Guerra, o equivalente da "Nouvelle vague", produziu "O Sorgo Vermelho", uma história de amor que tem como pano de fundo a invasão japonesa do país, nos anos de 1930. Com esse filme, conquista o Urso de Ouro do Festival de Berlim, em 1998, e se torna conhecido internacionalmente.
Zhang enfrenta a censura do governo, que vê na história uma crítica ao regime. Seu filme "Tempo de Viver", ganhador do Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes, em 1994, também passa muitos anos na lista dos censores.
Mesmo assim, Yimou rejeita qualquer idéia de deixar o país para trabalhar no exterior. "Não posso considerar ficar separado do país no qual eu cresci", disse ele em uma entrevista, insistindo em que "não entendo o público estrangeiro e nem mesmo falo inglês".
Depois de celebrar o indivíduo, ele se dedica a grandes projetos, lançando-se nos filmes de sabre tradicional, com "Herói", a história do primeiro imperador da China.

Artista dos EUA usa Bob Esponja em instalação sobre "tortura"


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u431226.shtml
O personagem de desenho animado Bob Esponja está sendo usado como parte de uma instalação artística de protesto contra o uso da técnica de simulação de afogamento, apontada por grupos de defesa dos direitos humanos como uma forma de tortura.
A instalação Water-boarding Thrill Ride (ou "Passeio Emocionante da Técnica de Simulação de Afogamento", em tradução livre), do artista Steve Powers, foi colocada em um parque de diversões de Coney Island, em Nova York.
Uma placa do lado de fora mostra Bob Esponja dizendo "It Don't Gitmo Better!" --um trocadilho em inglês fazendo referência à frase "It don't get much better" ("não fica melhor", em tradução livre) e o centro de detenção americano da Baía de Guantánamo, em Cuba (apelidado de "Gitmo" nos Estados Unidos)-- enquanto outro personagem do desenho despeja água sobre ele.
Por US$ 1, o visitante pode olhar por uma janela com grades para uma encenação, com robôs, de um interrogatório que simula as técnicas que seriam usadas em Guantánamo.
Nele, um robô de capuz, com a forma de uma pessoa, se inclina sobre um outro, vestido com um macacão laranja, com o rosto coberto com uma toalha e o corpo amarrado a uma superfície plana e inclinada.
As luzes se acendem e a água é despejada sobre o nariz e a boca da figura vestindo o macacão, o que gera nela convulsões de 15 segundos.
O governo dos Estados Unidos admitiu usar esta técnica de interrogatório em suspeitos de terrorismo e não a considera uma técnica de tortura.
Provocação
O artista Steve Powers afirmou que o objetivo é provocar e levar as pessoas a pensarem a respeito da técnica de interrogatório.
"A técnica de simulação de afogamento com robôs se transformou em uma forma de explorar a questão sem machucar ninguém", disse Powers ao jornal "The New York Times".
"(O objetivo) É apresentar uma experiência única. E não é preciso um grande salto da imaginação para olhar lá e dizer: 'É isto mesmo que está acontecendo? É loucura'", acrescentou.
Carolyn Rice, uma visitante do parque de Coney Island, achou a instalação curiosa.
"Acho que é educacional, pois todos ouvem a respeito da técnica de simulação de afogamento, mas ninguém sabe o que é", disse ela ao "The New York Times".
Dave Winters, um veterano da marinha americana, afirmou que a instalação reafirmou sua crença nesta técnica de interrogatório.
"Acho que é uma boa idéia. Tenho mais certeza a respeito disto depois que vi (a instalação)", afirmou o veterano ao jornal.

"Tropa de Elite" também cria controvérsia na imprensa britânica


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431379.shtml
O longa brasileiro "Tropa de Elite" foi criticado e criou controvérsia no Reino Unido, onde o filme acaba de chegar aos cinemas. O jornal "The Guardian" chegou a escrever que o filme "é talvez o mais desapontador que ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim".
O "Guardian" ainda fala sobre a trajetória do diretor do filme, José Padilha, e relembra o documentário "Ônibus 174".
Já o jornal "The Independent" é mais simpático com o filme de Padilha. Além de exibir um trailer do longa na sua versão on-line, a resenha se atém mais a descrever a história.
"É também profundamente depressiva a apresentação de uma guerra sem fim à vista, e de homens cuja busca por justiça quase que invariavelmente vem da mira de uma arma", conclui a resenha.
A publicação "The Evening Standard" intitulou sua resenha como "Os homens brutos do Brasil". No texto, o jornal fala do sucesso do filme no Brasil e do prêmio levado em Berlim. Leia a crítica do "Evening Standard".

20ª Bienal de SP destaca literatura alemã recente

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431422.shtml
Boa parte da literatura alemã consagrada internacionalmente tem seus escritores oriundos do chamado Grupo 47, associação que reuniu entre o pós-guerra e os anos 70 nomes como os vencedores do Prêmio Nobel Heinrich Böll (1917-1985) e Günter Grass, e ainda Peter Handke e Hans Magnus Enzensberger, entre outros.
Para apresentar um panorama da recente produção literária em língua alemã, a 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece entre quinta-feira e 24 de agosto, reúne seis escritores das gerações posteriores ao Grupo 47 em seu principal palco de eventos, o Salão de Idéias. Um deles, Robert Menasse, tem dois livros editados no Brasil: "Espelho Cego" (Companhia das Letras, 2000) e "A Certeza Sensível" (Estação Liberdade, 1991).
Dois outros já têm lançamentos previstos no país: Julia Franck, que lança na Bienal "A Mulher do Meio-Dia" (Nova Fronteira), saga familiar que deu a ela o Deutscher Buchpreis, o "Booker Prize alemão". E Ilija Trojanow, cujo "O Colecionador de Mundos", romance histórico sobre o explorador britânico Richard Burton (1821-1890), sai em 2009 pela Companhia das Letras.
Wolfgang Bader, diretor do Instituto Goethe São Paulo, que convidou os escritores, ressalta que, na literatura em língua alemã, faz-se uma distinção entre a produção ligada à República de Bonn --capital da Alemanha Ocidental, com o país dividido do pós-guerra-- e a República de Berlim --o país reunificado, aberto à internacionalização da cultura.
"A esta República corresponde uma transição de geração literária, que tem ainda a Alemanha como tema, mas que também explora mais o mundo", afirma Bader.
"Temos mais autores jovens, que viajam muito, mais mulheres e mais escritores com ascendência não alemã. Os temas de que tratam são de interesse global e refletem a convivência entre diferentes culturas."
Em paralelo à Bienal, o Goethe abriga a Semana de Literatura Alemã, entre 18 e 22 de agosto. Com entrada franca, os encontros começam sempre às 19h e terão a participação de escritores brasileiros como Milton Hatoum, Bernardo Carvalho e Fernando Bonassi. A programação completa está em www.goethe.de/saopaulo.
Mais Bienal
Segundo Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro, que organiza a Bienal, a presença alemã reforça o caráter internacional desta 20ª edição, ainda um evento com mais apelo comercial --são 2 milhões de livros à venda, 4.000 deles lançamentos-- do que literário --a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) permanece o principal palco das letras no país.
Ao todo são 50 convidados estrangeiros, de 14 países --a Espanha também traz um bom número de escritores (nove). São 73 expositores estrangeiros, representando dez países, entre eles a Índia, que, segundo Rosely, vem pela primeira vez à bienal paulista.
Outros destaques internacionais são a vencedora do Pulitzer Samantha Power e o escritor mexicano Guillermo Arriaga, roteirista premiado no Festival de Cannes de 2005 por "Três Enterros".

Evento lembra Machado de Assis e imigração japonesa

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431427.shtml
Várias efemérides serão abordadas durante a 20ª Bienal. O centenário da morte de Machado de Assis (1839-1908) será lembrado em quatro encontros no Espaço Literário.
O primeiro deles acontece na sexta, às 19h30, com Hélio de Seixas Guimarães, professor de literatura da Unicamp, debatendo a prosa machadiana. No dia 22/8, às 15h30, o escritor Cristovão Tezza fala sobre o conto machadiano.
Os 200 anos da vinda da família real portuguesa para o Brasil é o tema de dois encontros com Laurentino Gomes, autor do best-seller "1808": dia 17/8, às 19h30, no Espaço Literário; e no dia 24/8, às 17h, no Salão de Idéias. A transferência da corte portuguesa para o país é o assunto também da escritora Isabel Lustosa, que fala no dia 19/8, às 19h30, no Espaço Literário; e da historiadora Lilia Schwarcz, que participa da Bienal no dia 20/8, às 19h30, também no Espaço Literário.
O centenário da imigração japonesa para o Brasil também será lembrado. Na sexta, às 17h, no Salão de Idéias, Akiko Kurita, Leiko Gotoda, Angel Bojadsen e Cassiano Elek Machado falam sobre as tendências da literatura japonesa no Brasil. No dia 19/8, às 15h30, no Espaço Literário, é a vez da historiadora Marcia Yumi Takeuchi, autora de "Japoneses: A Saga do Povo do Sol Nascente", falar sobre o assunto.

Confira a filmografia do ator Bernie Mac

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431590.shtml
Morreu na madrugada deste sábado na região de Chigaco, o comediante norte-americano, Bernie Mac, 50. A causa da morte foi uma uma complicação que surgiu após uma pneumonia. Ele estava internado desde o inicio de agosto.
O ator participou de filmes como "Onze homens e um segredo" (2001), "As Panteras - Detonando" (2003) e o mais recente "Transformers" (2007).
Veja a lista de filmes em que o ator participou:
"A Família da Noiva" ( 2005)
"O Rei do Jogo" (2004)
"Papai Noel às avessas" ( 2003)
"O que mais pode acontecer" ( 2001)
"Todos a Bordo" (1996)
"Lance do Crime" (1994)
Além de filmes, o ator participou da série de televisão "The Bernie Mac Show", transmitida nos Estados Unidos.
Sua atuação o levou a duas indicações para o premio Emmy e outras duas candidaturas a um Globo de Ouro.

Leia repercussão da morte do ator americano Bernie Mac

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431623.shtml
Atores a atrizes americanos receberam com consternação a morte ator e comediante Bernie Mac. Bernard Jeffery McCullough, 50, morreu neste sábado, em um hospital da região de Chicago, devido a complicações causadas por uma pneumonia.
O artista sofria de uma doença chamada sarcoidose (que provoca inflamações em órgãos), mas disse anteriormente que a doença havia regredido em 2005. Segundo sua agente, Danica Smith, a pneumonia não tinha relação com a doença.
Bernie Mac iniciou carreira nas "stand-up comedies" --tradução em inglês para comédia em pé, quando o comediante se apresenta em pé e "de cara limpa", sem nenhum auxílio de figurino-- ainda criança. Em 1996, participou do filme "Todos a bordo" (Get on the Bus), do diretor Spike Lee.
Entretanto, o estrelato veio a partir de "The Original Kings of Comedy", documentário com a nova geração de humoristas negros de "stand-up comedy", dirigido por Spike Lee.
"A maioria de seus fãs lembrará que pagou para ver Bernie Mac e ele (Mac) fez com que valesse a pena", disse à CNN o ator Steve Harvey, companheiro de Bernie em "Original Kings".
"O mundo ficou menos engraçado", declarou George Clooney, que trabalhou com o comediante em "Onze Homens e Um Segredo" (2001).
Outros atores que participaram do filme também lamentaram. "Estou em estado de choque. Ele era tão cheio de vida", disse Carl Reiner, que também participou do filme. "Não acredito que ele se foi".
"Hoje é um dia muito triste para muitos que conheceram e amaram Bernie", declarou Don Cheadle.
Carolyn Albritton, produtora musical e primeira agente de Bernie Mac, lembrou o início de carreira do ator. "Desde o início eu achava que ele estava destinado para o sucesso. Ele nunca se esqueceu de suas origens e geralmente usava experiências reais de sua vida em sua rotina de trabalho. Para ele, sua família era a coisa mais importante do mundo".
Bernie foi indicado duas vezes ao Emmy por sua comédia de televisão "The Bernie Mac Show", que ainda é exibida nos Estados Unidos.
Mac também participou de filmes como "Transformers" (2007), "A Família da Noiva" (2005) e "As Panteras - Detonando" (2003).
Com agências internacionais

Morre renomado poeta palestino Mahmoud Darwish aos 67 nos EUA

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431610.shtml
Morreu neste sábado, em Houston, EUA, o poeta palestino Mahmoud Darwish, 67. Conhecido por dar voz ao exílio do seu povo, ele não resistiu às complicações causadas por uma cirurgia de coração. A informação foi divulgada pelo porta-voz da Presidência da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Nabil Abu Rdeneh.
De acordo com amigos do poeta, Darwish possuía um histórico de problemas cardíacos. Anteriormente, ele havia sido operado duas vezes.
O renomeado poeta palestino, de livros traduzidos para mais de 20 idiomas e vários prêmios internacionais, se tornou um ícone cultural na entre os palestinos ao descrever a luta de seu povo pela independência, além de criticar a ocupação israelense e lideranças palestinas.
Darwish é o autor da Declaração de Independência Palestina, escrita em 1988 e lida pelo líder palestino Iasser Arafat (1929-2004) quando declarou unilateralmente a criação do Estado Palestino. À época, a atitude de Arafat foi recebida pela comunidade internacional apenas como um ato simbólico.
Ainda em 1988, seu poema "Passando por palavras passadas" foi lido pelo então primeiro ministro israelense Yitzhak Shamir dentro do parlamento de Israel, em uma demonstração da possibilidade de convivência entre os dois povos.
Darwish ganhou notoriedade ainda nos anos 60, com a publicação de seu primeiro livro "Pássaro sem asas", uma coleção de poesias que inclui o poema "Bilhete de Identidade". Escrito em primeira pessoa, o poema conta o momento em que um árabe fornece os números de seu documento em uma barreira israelense, na tentativa de retornar à sua terra.

sábado, 9 de agosto de 2008

Novo "Asterix" tem participação especial de Zidane


Fonte: http://guia.folha.com.br/cinema/ult10044u431324.shtml
Estreou na última sexta-feira (8) o longa-metragem "Asterix nos Jogos Olímpicos" ("Astérix aux Jeux Olympiques", França / Alemanha / Espanha / Itália / Bélgica, 2008), nova aventura da franquia baseada no personagem dos quadrinhos.
Na história, o gaulês Apaixonadix (Stéphane Rousseau) se apaixona pela princesa grega Irina (Vanessa Hessler), cuja mão já estava prometida para Brutus (Benoît Poelvoorde), por razões políticas. Como Irina também ama o gaulês, fica decidido que o vencedor dos Jogos Olímpicos se casará com a princesa.
Dispostos a ajudar o amigo --e, é claro, a derrotar os romanos--, Asterix (Clovis Cornillac), Obelix (Gérard Depardieu), o druida Panoramix (Jean-Pierre Cassel) e o cãozinho Ideiafix também partem para a Grécia. Lá, terão que descobrir uma maneira de vencer a competição.
Dirigido por Frédéric Forester e Thomas Langman, a aventura é uma adaptação da série de histórias em quadrinhos homônima de René Goscinny e Albert Uderzo, criadores dos personagens.
O consagrado ator francês Alain Delon faz participação especial no papel do imperador Júlio César. Astros do esporte, como o ex-piloto de F-1 Michael Schumacher, o jogador de futebol Zinédine Zidane, a tenista Amelie Mauresmo e o jogador de basquete Tony Parker também aparecem no filme.

Ator de "Onze Homens e Um Segredo" morre de pneumonia nos EUA


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u431546.shtml
O comediante Bernie Mac, 50, morreu neste sábado na região de Chicago, em razão de complicações causadas por uma pneumonia. Mac, astro do filme "Onze Homens e Um Segredo" (2001) e de suas duas seqüências, foi internado no começo deste mês.
"O ator/comediante Bernie Mac morreu nesta manhã em razão de complicações geradas por uma pneumonia em um hospital da região de Chicago", informou sua agente, Danica Smith, em comunicado. Ela disse que não há outros detalhes sobre o fato e pediu que a privacidade do ator fosse respeitada.
O artista sofria de uma doença chamada sarcoidose (que provoca inflamações em órgãos), mas disse que a doença havia regredido em 2005. Segundo sua agente, a pneumonia não tinha relação com a doença.
O ator, que se chama Bernard Jeffery McCullough, foi indicado duas vezes ao Emmy por sua comédia de televisão "The Bernie Mac Show", que ainda é exibida nos Estados Unidos.
Mac também participou de filmes como "Transformers" (2007), "A Família da Noiva" (2005) e "As Panteras - Detonando" (2003).