sábado, 1 de janeiro de 2011
Cinemas terão de exibir mais filmes nacionais em 2011
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/853370-cinemas-terao-de-exibir-mais-filmes-nacionais-em-2011.shtml
O ano de "Tropa de Elite 2", filme que bateu recorde atrás de recorde, terminou com uma determinação que fará com que, em 2011, os cinemas sejam obrigados a colocar um maior número de filmes brasileiros em cartaz.
O decreto presidencial que estabelece a chamada cota de tela, mecanismo de proteção aos títulos nacionais, foi publicado hoje no "Diário Oficial" da União.
Esse instrumento regulatório, que cria uma espécie de "reserva de dias", foi estabelecido no Brasil na década de 30 e, desde então, já foi revisto, extinto e recriado. Há três anos, permanecia intacto.
Tal como tem acontecido desde 2007, cada cinema deverá, no ano que entra, exibir produções brasileiras durante pelo menos 28 dias. O período varia conforme o número de salas do complexo, podendo chegar, no caso de um multiplex com sete telas, a 63 dias.
A diferença, a partir de agora, é que os cinemas serão obrigados a ofertar mais títulos nesse período.
Até 2010, uma sala que funcionasse sozinha tinha de exibir dois filmes diferentes; agora, serão três. No caso dos cinemas com mais de 10 salas, a cota salta de 11 longas-metragens por ano para 14.
Essa mudança tem como principal objetivo aumentar a diversidade dos longas-metragens ofertados.
Depois de um ano em que um filme ("Tropa de Elite 2") fez 11 milhões de ingressos e outros dois ultrapassaram a casa dos 3 milhões ("Nosso Lar" e "Chico Xavier"), o Ministério da Cultura e a Presidência da República, responsáveis pela fixação dos números, acharam por bem esticar um pouquinho mais a corda.
Com um total de 22,3 milhões de ingressos vendidos até o último final de semana, o cinema brasileiro alcançou, em 2010, a melhor marca dos últimos 20 anos.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Otakus contra a Lei 156 produzem mangá parodiando a nova regulamentação
Fonte: http://www.anmtv.xpg.com.br/otakus-contra-a-lei-156-produzem-manga-parodiando-a-nova-regulamentacao/
A previsível revolta de mangakás no Japão devido a promulgação da Lei 156 começa a tomar maior proporção no país. A “gota d’água” para alguns artistas foi o comentário feito pelo governador Ishihara, que chamou certos otakus de pessoas tristes com o DNA deformado. Uma manifestação já havia sido anunciada por editoras de mangás, que iriam boicotar a Tokyo Anime Fair.
Pois agora, autores e artistas amadores também entraram no “ringue”, e um dos primeiros golpes do grupo será o lançamento de um doujinshi, intitulado de “Monkey Business: An Idiot’s Guide to Tokyo’s Harmful Books Regulation” (traduzido ao pé da letra como “Negócios de Macaco: Um Guia de Idiotas para a Regulamentação de Livros Nocivos de Tóquio”).
Construído sob a forma de Even a Monkey Can Draw Manga (Até um Macaco Pode Desenhar Mangá), Monkey Business vai parodiar histórias de variados gêneros, como homossexualidade e shoujo, destacando os detalhes da Lei 156 e outras tentativas do governo de impor restrições a tudo aquilo que eles consideram de mau gosto. Os revoltosos veem tais proibições como uma invasão ao direito de livre expressão constado na Constituição japonesa.
O produto será lançado na próxima sessão de inverno da Comiket, e também estará disponível para compra através da Amazon por 800 ienes. Para todas as idades, o livro será construído de forma que a lei não possa tocá-lo, mesmo por seus vários termos vagos. A arte será desenhada pelo veterano produtor Takaaki Suzuki (Strike Witches) e escrita por Takeshi Nogami.
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