quarta-feira, 30 de julho de 2008

Space Chimps - Micos no Espaço em Cartaz nos Cinemas Brasileiros


Título Original: Space Chimps (EUA, 2008)
Direção: Kirk De Micco
Vozes: Kristin Chenoweth, Patrick Warburton, Cheryl Hines, Stanley Tucci, Jeff Daniels, Andy Samberg, Kenan Thompson, Omid Abtahi
SINOPSE: A animação parte de evento real: em 1961, a Nasa enviou ao espaço um macaco chamado Ham. Na história, o bisneto do primeiro "macaconauta", artista de circo que ganha a vida como "bala humana", aceita arriscada missão de ir a outro planeta depois de conhecer sua futura colega de trabalho, a charmosa Luna.

Ao Entardecer em Cartaz nos Cinemas Brasileiros


Título Original: Evening (EUA, 2007)
Direção: Lajos Koltai
Elenco: Claire Danes, Toni Collette, Vanessa Redgrave, Patrick Wilson, Hugh Dancy, Natasha Richardson, Eileen Atkins, Meryl Streep, Glenn Close
SINOPSE: O longa é escrito pela autora do romance que inspira o filme, Susan Minot, em parceria com Michael Cunningham, de "As Horas". O enredo resgata a história de Ann, uma senhora em estado terminal, cuidada pelas filhas, que começa a ter delírios e relembrar evento trágico de sua juventude decorrente de furtivo encontro com um médico durante o fim de semana do casamento de sua melhor amiga.

Era uma Vez... em Cartaz nos Cinemas Brasileiros


Título Original: Era uma Vez... (Brasil, 2008)
Direção: Breno Silveira
Elenco: Thiago Martins, Vitoria Frate, Rocco Pitanga, Paulo César Grande
SINOPSE: Dé, que mora na favela, e Nina, moça rica que vive no asfalto, se conhecem na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, e acabam se apaixonando. Para viver esse amor, eles precisaram enfrentar todos os preconceitos das classes sociais em que vivem.

Arquivo X - Eu Quero Acreditar em Cartaz nos Cinemas Brasileiros


Título Original: The X-files: I Want To Believe (EUA/ Canadá, 2008)
Direção: Chris Carter
Elenco: David Duchovny, Gillian Anderson, Amanda Peet, Billy Connolly, Callum Keith Rennie, Mitch Pileggi, Adam Godley, Xzibit
SINOPSE: No segundo filme baseado na série de TV, os agentes Fox Mulder e Dana Scully voltam à ação para investigar o desaparecimento de uma mulher e um ex-padre que diz ter poderes paranormais.

Novo filme de Breno Silveira narra romance com enfoque social


Fonte: http://guia.folha.com.br/cinema/ult10044u426269.shtml
O longa-metragem "Era uma Vez..." (Brasil, 2008), novo trabalho do diretor Breno Silveira, conhecido pelo filme "2 Filhos de Francisco" (Brasil, 2005), chegou aos cinemas na última sexta-feira (25).
A história narra o romance entre os jovens Dé (Thiago Martins) e Nina (Vitória Frate). Ele, morador do morro do Cantagalo, vende cachorros-quentes em um quiosque localizado exatamente em frente ao prédio da "princesa" Nina, na praia de Ipanema.
O casal terá que driblar as dificuldades impostas ao seu amor, para tentar chegar a um final feliz.
Como é comum em produções com certo enfoque social, o determinismo permeia a história. No caso, Dé é um rapaz que luta para escapar das armadilhas da vida na favela e assim manter-se íntegro e honesto.
A atenção dada ao aspecto social prejudica a trama, por enfraquecer seu desfecho. Ainda assim, o cinema de Breno Silveira é bem executado e emociona. O destaque fica para a trilha sonora, que conta com nomes como Mart'nália, Luiz Melodia e Marisa Monte.

Em "O Eclipse", Jandira Martini dá vida à atriz Eleonora Duse


Fonte: http://guia.folha.com.br/teatro/ult10053u426292.shtml
"Brecht dizia que se você não consegue entreter a platéia, não está fazendo arte", afirma o comediante Jô Soares, que dirige a peça "O Eclipse", em temporada no teatro Jaraguá até dia 26 de outubro.
Os limites entre arte e entretenimento é uma das questões centrais do texto escrito pela atriz Jandira Martini: um encontro fictício entre dois personagens históricos, a diva italiana Eleonora Duse (1858-1924) e o empresário Francisco Serrador (1872-1941), que inaugurou o primeiro cinema de São Paulo.
A peça acontece durante a passagem de Eleonora Duse por São Paulo, em 1907. Na galeria do hotel, a diva (interpretada por Jandira) conversa com Pietro (Roney Facchini), um cozinheiro imigrante, e com Serrador (Maurício Guilherme).
"O teatro mudou, e muito, por causa do cinema. O teatro acaba sempre mudando. Já morreu por causa do cinema, já morreu por causa da televisão, morreu por causa do vídeo e do DVD, mas continua. Quis fazer nesse texto uma homenagem a essa gente que continua", diz a atriz.

Morre diretor egípcio Youssef Chahine após semanas em coma


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u426667.shtml
O diretor Youssef Chahine, figura importante do cinema egípcio por mais de meio século, morreu no Cairo no domingo aos 82 anos após seis semanas em coma, informou seu escritório.
Chahine, mais conhecido pela sua série de filmes ligados à cidade mediterrânea de Alexandria, teve uma hemorragia cerebral em junho e passou várias semanas em um hospital de Paris até voltar ao Cairo há cerca de 10 dias.
O último filme do diretor, "Chaos", foi lançado no início deste ano, mas seu colega Khaled Youssef teve que terminar o trabalho devido aos problemas de saúde de Chahine.
O crítico de cinema Tarek el-Shenawi afirmou que Chahine determinou um padrão para gerações de diretores egípcios.
"Ele foi o mestre. Quando você vê os nomes dos que trabalharam com ele...pode-se dizer que os gigantes do cinema egípcio se formaram na academia de Youssef Chahine", disse ele.
Chahine fez o primeiro de mais de 25 filmes em 1950. Em 1997 ele recebeu um prêmio pelos feitos de toda a sua vida no festival de Cannes.
O diretor tem os créditos por ter descoberto o ator Omar Sharif, que atuou no filme de 1954 do diretor "The Blazing Sun".
Um de seus primeiros grandes trabalhos, muitas vezes citado como o melhor, foi "Bab al-Hadid", de 1958.

Teatro Alfa traz expoentes da dança para comemorar seus 10 anos




Fonte: http://guia.folha.com.br/concertosedanca/ult10046u426850.shtml
O teatro Alfa, localizado na capital paulista, comemora dez anos de existência neste ano com a Temporada de Dança 2008, composta por seis companhias de renome --três brasileiras e três francesas--, que se apresentam entre entre o fim de julho a novembro. Os ingressos já estão à venda na forma de assinaturas, com preços que variam de R$ 161 a R$ 510.
Informação extra
Grupo Cie. DCA: www.cie-dca.com
Grupo Corpo: www.grupocorpo.com.br
Deborah Colker: www.ciadeborahcolker
L'Opera de Lyon: www.opera-lyon.com
O primeiro a subir ao palco é o grupo francês Cie. DCA (Decouflé & Complices Associés ou Danse Compagnie d'Art), que apresenta a coreografia "Sombrero" entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. Os brasileiros do grupo Corpo apresentam suas mais recentes coreografias, "Breu" e "21", entre os dias 13 e 24 de agosto. E a Companhia de Dança da carioca Débora Colker faz apresentações entre os dias 12 e 21 de setembro, com a coreografia "Cruel".
Com "Sombrero", o coreógrafo e realizador Philippe Decouflé, da DCA, apresenta uma seqüência de divertidos quadros, unindo dança, teatro e vídeo. A companhia já se apresentou no Brasil em 1992 e em 1996, com as coreografias "Triton" e "Decodex", no Teatro Municipal de São Paulo, e, em 2000, com "Shazam!", no Alfa. A classificação etária do espetáculo é de 12 anos.
Destaques
Os grandes destaques da temporada são os franceses do Ballet de L'Opéra de Lyon, que apresentam três coreografias de 23 a 26 de outubro, além da também francesa companhia La Maison, que faz mais três apresentações, de 21 a 23 de novembro. Já a estreante São Paulo Companhia de Dança marca presença entre os dias 6 e 9 de novembro. Nas companhias nacionais, dois reconhecidos coreógrafos brasileiros farão parte da temporada: Rodrigo Pederneiras, com sua brasilidade apresentada pelo grupo Corpo, e Deborah Colker, com um espetáculo que incorpora linguagens teatrais ao seu meticuloso trabalho corporal.
O Ballet de L'Opéra de Lyon, em quase 30 anos de existência, formou um repertório de dança contemporânea rico na quantidade de coreografias e na variedade de estilos.
Composta por 47 integrantes, entre eles 30 bailarinos, a companhia francesa --a quem foi atribuído o mesmo nível da tricentenária Ópera Nacional de Paris-- é respeitada mundialmente, tanto pela sua política artística como pela excelência de seus bailarinos.
O programa a ser apresentado pelo Ballet de L'Opéra de Lyon no Brasil contará com as coreografias "Second Detail", do norte-americano William Forsythe, e "Symphonie de Psaumes" e "Bella Figura", do tcheco Jirí Kylián.
A classificação etária dos espetáculos do Ballet de L'Opéra de Lyon é de 12 anos. Já para assistir a companhia La Maison, o espectador tem que ter no mínimo 14 anos.
O repertório da companhia conta com trabalhos de coreógrafos europeus (Jean-Claude Gallotta, Dominique Bagouet e Tero Saarinen) e norte-americanos (Trisha Brown, Bill T. Jones e Lucinda Childs), sem esquecer algumas das mais belas peças de Jirí Kylián, Mats Ek, William Forsythe, Nacho Duato e Ohad Naharin.
Cores
Em "Breu", do grupo Corpo, o coreógrafo Rodrigo Pederneiras se dedica a construir um corpo que dança com as texturas da urbanidade de nossos tempos, na qual as pessoas se vêem dominadas pelo tempo, pelo individualismo e pela violência.
Em "21", o grupo volta a trabalhar com trilhas especialmente compostas após um hiato de dez anos atuando com temas musicais preexistentes.
O grande colorido do espetáculo --reforçado pelo contraste do cenário vermelho com as malhas amarelas utilizadas pelos bailarinos-- e a imensa colcha de retalhos do cenário aludem ao artesanato de "patchwork" e reforçam o apelo visual.
Bailarinos dançam a coreografia "Cruel" (foto) de Deborah Colker
Em "Cruel", a aclamada coreógrafa Deborah Colker propõe um enigma: uma série aberta de elementos narrativos que só se completa com o olhar do espectador. Corpos em movimento que exigem a decifração e sugerem um jogo de acaso e necessidade. Histórias comuns envolvem amores, amantes, família e laços que atam e desatam, que podem ser quase sempre cruéis. Os 17 bailarinos lançam as peças do jogo, sem qualquer compromisso com a explicitação do sentido.
A direção e a cenografia são assinadas por Gringo Cardia. Jorginho de Carvalho comanda a iluminação. Berna Ceppas, a trilha sonora que funde composições originais feitas por ele com colagens de música clássica. Os figurinos são do estilista Samuel Cirnansck.
Cleópatra
A La Maison, criada em 1996, é dirigida com mãos de mestre pelo francês de ascendência egípcia Nasser Martin-Gousset. O espetáculo tem dez intérpretes e três músicos que, no palco, interpretam movimentos que simbolizam o furor de viver e o desejo da morte, na coreografia "Péplum".
A peça presta homenagem a Elizabeth Taylor e Richard Burton no filme "Cleópatra", de Joseph L. Mankiewicz, que apresenta a história passional entre Antônio e Cleópatra. O título do espetáculo vem de "peplo" --nome dado à túnica sem mangas que os antigos traziam presa ao ombro por fivela.
No trabalho de Nasser, a trama teatral organiza-se ao redor de imagens kitsch, criando espetáculos repletos de romantismo, de rock e de nostalgias pop.
Novata
A estreante São Paulo Companhia de Dança é um centro de criação, produção e difusão da arte da dança, criada pelo governo de São Paulo. Formada por bailarinos experientes, o repertório da companhia abrange coreografias consagradas dos séculos 19 e 20, além de criações inéditas. A companhia ainda não divulgou o que irá apresentar durante a temporada.
A classificação etária dos espetáculos da companhia de Deborah Colker é de 14 anos. Os espetáculos do grupo Corpo têm classificação livre.
Endereço: r. Bento Branco de Andrade Filho, 722, Jardim Dom Bosco, sul, São Paulo, SP. tel.: 0/xx/11/5693-4000.

Prêmio Shell de Teatro divulga indicados do 1º semestre em SP


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u426878.shtml
O Prêmio Shell de Teatro divulgou, nesta segunda-feira (28), a lista dos indicados do primeiro semestre em São Paulo. Todas as peças indicadas estrearam na cidade entre janeiro e junho de 2008, informou a assessoria da premiação. No último dia 21, foram divulgados também os indicados no Rio.
Em São Paulo, o espetáculo com o maior número de indicações é "A Noite dos Palhaços Mudos". A montagem teve duas indicações ao prêmio de melhor ator (Domingos Montagner e Fernando Sampaio), além de ter sido indicada também nas categorias melhor música, com a trilha de Marcelo Pellegrini, e melhor direção, com Álvaro Assad --que vai concorrer com Rita Clemente, de "Amores Surdos", e Marco Antonio Rodrigues, de "A Coleira de Boris".
Os vencedores vão receber uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni, com a forma de uma concha dourada, além da premiação de R$ 8.000. O prêmio foi criado em 1989. Nas edições carioca e paulistana, ele premia os melhores em nove categorias teatrais: autor, diretor, ator, atriz, cenografia, iluminação, música, figurino e categoria especial.
O júri de São Paulo é formado por Kil Abreu (jornalista e pesquisador do teatro), Valmir Santos (jornalista), Marici Salomão (autora teatral e jornalista), Mario Bolognesi (professor e pesquisador de teatro) e Noemi Marinho (atriz, dramaturga e diretora).
Os indicados do segundo semestre deste ano só serão conhecidos em janeiro de 2009, ano em que o prêmio será entregue.
Veja, abaixo, quem são os finalistas do Prêmio Shell de Teatro, referentes ao primeiro semestre de 2008 em São Paulo:
Autor
Grace Passô, por "Amores Surdos"
Sérgio Roveri, por "A Coleira de Bóris"
Direção
Alvaro Assad, por "A Noite dos Palhaços Mudos"
Marco Antonio Rodrigues, por "A Coleira de Bóris"
Rita Clemente, por "Amores Surdos"
Ator
Domingos Montagner, por "A Noite dos Palhaços Mudos"
Fernando Sampaio, por "A Noite dos Palhaços Mudos"
Nilton Bicudo, por "O Natimorto"
Atriz
Cácia Goulart, por "Bartleby"
Paula Arruda, por "O Céu 5 Minutos Antes da Tempestade"
Cenário
André Cortez, por "Bartleby"
Bruna Christófaro, por "Amores Surdos"
Renato Bolelli Rebouças, por "Arrufos"
Figurino
Rosângela Ribeiro, por "Senhora dos Afogados"".
Silvana Marcondes, Fernando Sato e Júlio Dojcsar, por "O Santo Guerreiro e o herói desajustado"
Iluminação
Carlos Gaúcho, por "A Coleira de Bóris"
Lúcia Chedieck, por "Memória do Mundo"
Música
Josimar Carneiro, pela direção musical de "Divina Elizeth"
Marcelo Pellegrini, pela trilha sonora original de "A Noite dos Palhaços Mudos"
Categoria especial
Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, pelos 10 anos do projeto Prêt-à-Porter
Grupo XIX de Teatro, pela pesquisa e criação de "Arrufos"

Atriz italiana Marisa Merlini morre aos 84 anos em Roma


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u426898.shtml
A atriz italiana Marisa Merlini, conhecida por suas interpretações em algumas das grandes comédias italianas, morreu neste domingo (27), em casa, em Roma, aos 84 anos, informou a imprensa italiana.
Merlini, considerada uma das grandes atrizes italianas, se destacou por seu trabalho na televisão e no teatro, além das participações em cerca de 70 filmes, na maioria comédias.
A atriz estreou no cinema com "Stasera Niente di Nuovo" (1942), dirigida por Maurizio Mattioli, e o sucesso chegou pelas mãos do comediante italiano Totò, com quem rodou sete filmes, como "Signori in Carrozza" (1951), de Luigi Zampa, e "Gli Eroi della Domenica" (1953), de Mario Camerini.
Um de seus papéis mais conhecidos é em "Pão, Amor e Fantasia" (1953), de Luigi Comencini, onde interpreta a parteira que quer conquistar, inutilmente, o carabineiro interpretado por Vittorio De Sica.
O sucesso dos anos 50 continuou na década de 60 com filmes como "Il Vigile" (1960), de Luigi Zampa, e "Il Giudizio Universale" (1961), de Vittorio De Sica, ou com a grande interpretação de uma prostituta em "Ciúme à Italiana" (1969), de Ettore Scola.
Sua última interpretação foi em 2005, no filme "A Segunda Noite de Núpcias", de Pupi Avati.